quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Décimo sétimo dia

Jogo do “eu estou aqui”, trabalhando a idéia de corpo presente na concretude do espaço/tempo. Depois o mesmo trabalho, mas adicionando o referencial externo, como por exemplo: "estou aqui perto daquilo, longe daquilo, etc", nomeando o que vejo. No momento seguinte, fazer o mesmo adicionando o que o outro está fazendo também: uma descrição “real” (exemplo: passo pelo Fernando, que está de blusa roxa, levando o braço direito até a cabeça, etc, etc). Por fim, acumular uma descrição subjetiva (propondo uma imagem, ex.: Fernando está mexendo o pé direito, parece nervoso, está esperando alguém, etc).

Outro jogo: Começar tocando um ponto único no corpo do outro, que ele deve isolar para mover. A partir desse ponto, começamos a dividir o peso entre o solo e este ponto que está propondo o companheiro. A pessoa que propõe o corpo primeiro entra com as mãos. Depois começa a propor o apoio com diferentes partes do corpo. Então, começa a acompanhar até a terra, ao solo. Por fim, a mesma coisa em trios. Quando a pessoa que está recebendo começa a rolar, entra alguém com o oferecimento de outra base. Assim essa pessoa vai rolando de um corpo ao outro até chegar ao chão.

Caminhada no espaço na vertical, os dois corpos se apoiando em 50% de equilíbrio e rolando um no outro, enquanto se deslocam.

Após experimentar esses três jogos, deveríamos realizar uma improvisação.

Materiais que mantivemos dessa improvisação: busca pela visibilidade (um querendo ser mais visível do que o outro); eu marcando palmas e gritos do flamenco, Fernando fazendo perguntas sobre imigração para Cecília, Cecília dançando as respostas.

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